LISBOA, A REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA…

Segundo LISBOA, a revolução tecnológica possibilitou um novo olhar sobre as formas de ensinar e deixou evidente a necessidade de que a formação individual seja contínua e permanente. Discordo com Silva (2006) quando afirma que a interatividade põe fim ao professor contador de histórias, visto que, independente das tecnologias usadas o professor vai ser sempre aquele agente que constrói situações de aprendizagem, e o que muda no momento atual, é que esta construção de conhecimento tem múltiplas possibilidades de exploração, o que não ocorria no passado. O aluno de hoje, também não é o mesmo do passado já que também tem para si múltiplas possibilidades de aprendizagem.
Outro assunto abordado refere-se à questão da avaliação. Nesse sentido, Hadji (1994) define a avaliação diagnóstica como àquela que ocorre antes do módulo e que tem como função orientar ou adaptar as estratégias pedagógicas de acordo com as competências já adquiridas pelo aluno e que se tornarão pré-requisitos para futuras aprendizagens. Já a avaliação formativa de Scriven (1967) é efetuada durante a formação do aluno e tem como função regular e facilitar a aprendizagem possibilitando tanto a formadores quanto formandos verificar se os objetivos pedagógicos estão sendo atingidos ou não, e quais as medidas possíveis para que os objetivos da aprendizagem sejam alcançados. A avaliação sumativa ocorre no final do ciclo de formação quando é necessário que haja um juízo de valor que determina o nível de aprendizagem do aluno. Este tipo de avaliação tem como funções principais: certificar e verificar. Concordo com Alves na afirmativa de que com a avaliação formadora e através do diálogo crítico há um desenvolvimento da autonomia e da auto avaliação que são indispensáveis para que competências sejam desenvolvidas.
Realmente, há uma dificuldade no ensino à distância quanto a verificação da identidade do aluno que pretende-se avaliar, nesse caso, vale mais do que nunca aquilo que o aluno espera do seu futuro através do seu esforço contínuo para alcançar uma aprendizagem consistente e contínua, visto que, a educação online tem como pressuposto a autoaprendizagem, ou seja, torna-se possível ao aluno avaliar o seu próprio processo de aprendizagem e é nesse sentido que o feedback torna-se peça essencial no seu desenvolvimento reforçando a motivação e a participação.
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